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sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
OVNI avistado entre Marte e Júpiter Lua (anel de fogo de luzes misteriosas)
Chamei-lhe um UFO porque eu não tenho idéia do que poderia ser. Sentado no meu deck eu vi este anel de fogo de luzes estranhas, peguei meu tripé e câmera e é isso que eu capturei. Isto eu nunca vi antes.
Ontário - CANADÁ
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Triangulo fotografado perto da Lua, no Brasil
Estas fotos foram tiradas por duas pessoas, o Sr. Eduardo Amaral Valente e Clovis. Eles são turistas no Brasil, estavam indo para a ilha de Marajó.
Como era noite, decidiram ficar em um hotel e no dia seguinte continuar a viagem. Quando chegaram ao terceiro andar do hotel, Eduardo disse que via uma luz flutuando perto da lua. Ele pensou que era um satélite, mas continuou a observar com grande curiosidade.
Ele observou que o objeto maior em tamanho, ele não podia acreditar no que via. Então a luz começou a afastar-se da lua, e parecia ir em sua direção. Que a testemunha disse: "Os satélites não podem fazer isso." Era a sua câmera Kodak eo zoom, eles viram o UFO de forma mais clara.
Quando ligou a câmera o objeto começou a se mover para um lado da lua, sendo iluminado e viram a forma triangular. Continuou o seu movimento muito lento a desaparecer atrás da lua.
Carta de Henrique Costa, de fecha 27 de septiembre de 2011FONTE:
http://analuisacid.com/?p=10774
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
UFOS sobre Madri em 11-11-11
Também durante o dia esses dois objetos foram vistos:
pasaba por allí y los filme,por cierto eran mas,cuando me percate de ello y alce la cámara,solo pude captar a estos dos que iban tras otros cinco alineados(11-10-2011).Video Rafael Hidalgo
domingo, 13 de novembro de 2011
Ufo filmado na Suecia em 11-11-11
Leiam a descrição do vídeo e tb os comentários no youtube...
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Anoite em que um UFO perseguiu um 727 da Vasp
Esta é uma história interessante. As informações são baseadas em jornais e relatos da época, incluindo uma publicação da própria Vasp. O caso é considerado pelos Ufólogos brasileiros como merecedor de alta credibilidade em função do número de pessoas envolvidas e a consistência de suas versões. Tudo começa na madrugada de 08 de fevereiro de 1982, quando o Boeing 727-2A1 PP-SNG, um dos 727 "Super 200" da Vasp, que havia decolado à 1h50 da manhã do Aeroporto Pinto Martins em Fortaleza e dirigia-se, sob lua cheia, em vôo tranquilo para o Rio de Janeiro, de onde seguiria depois para São Paulo, operando um VEN (Vôo Econômico Noturno) com a sigla VP169.
Após 33 minutos de vôo, na altura de Petrolina (Pernambuco), a tranquilidade foi quebrada pela aproximação de um objeto luminoso do lado esquerdo e que começou a seguir o PP-SNG, naquela oportunidade pilotado pelo comandante Gerson Marciel de Britto, com mais de 26.000 horas de vôo. Este contatou o Centro Integrado de Defesa e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA) de Brasília, que estava vetorando o vôo, para saber que avião seria aquele ao seu lado, descobrindo que não havia (ou deveria haver) qualquer objeto voador nas proximidades. Britto então sinalizou com os faróis do Boeing 727 e diminuiu a iluminação da cabine para poder observar melhor o objeto, ainda achando que se tratava de um avião não identificado. O objeto voava bem próximo ao 727, realizando então evoluções que foram notadas pelo comandante e sua tripulação como impossíveis para um avião normal. Algo estava errado...
O experiente comandante Britto, com a menor iluminação da cabine, pôde identificar a Lua e o planeta Vênus, tendo a certeza que estava avistando um objeto voador não identificado e não estes astros. Ele e sua tripulação observaram ainda que o objeto mudava constantemente de cor, variando muito entre o vermelho e o laranja, com o seu centro branco e azulado. Outro detalhe que chamava a atenção dos tripulantes do 727 era a forma de deslocamento do objeto, que ficava passando ao lado e por baixo do Boeing como se estivesse brincando com o avião. Britto continuava tentando confirmar com Brasilia que objeto seria aquele, mas a resposta era sempre a de que nada estava sendo registrado pelos radares em terra. Duas outras aeronaves, uma da Aerolineas Argentinas e outra da Transbrasil (vôo TR177), esta a 40 milhas do avião da Vasp, também passaram a reportar contato visual com um estranho objeto na mesma região. O comandante Britto continuou sinalizando seguidamente para o objeto em busca de resposta com todas as luzes disponíveis no Boeing 727. Após passar por Belo Horizonte a uma altura de 31.000 pés, Britto teve uma resposta positiva de que o radar de Brasilia (CINDACTA) anotava a presença de um objeto proximo ao Boeing e que este ora se aproximava, ora se distanciava do avião, chegando a estar a 8 mlhas do 727. Segundo a tripulação da Vasp, o OVNI mudava de cor e, de repente uma luz azulada tomou conta de toda a cabine, deixando-os visualizar com detalhes o perfil do OVNI. Neste instante, Britto chamou a atenção da tripulação de cabine (comissários) e também dos passageiros do vôo para a presença do objeto ao lado do avião.
A tripulação técnica da Vasp teve o cuidado de comunicar o que acontecia de modo a não provocar pânico entre os passageiros e, imediatamente, todos os que quiseram puderam ver claramente o estranho objeto que acompanhava a aeronave. Entre os passageiros, encontravam-se alguns nomes famosos no cenário artístico brasileiro. O OVNI (Objeto Voador Não Identificado) começou a ser pouco visível quando o vôo da Vasp iniciou sua descida para pouso no Rio de Janeiro, em função das nuvens sobre a Serra do Mar. Porém, só desapareceu mesmo de vista quando o Boeing 727 se preparava para pouso na pista 14 do Aeroporto do Galeão, posicionando-se à frente do Boeing, na posição 11 horas em relação ao rumo do avião, permanecendo assim por aproximadamente três minutos.
Diversos passageiros confirmaram inteiramente as palavras do comandante e a empresa aérea fez sua própria investigação dos fatos, não conseguindo comprovar qualquer engano ou mentira deliberada por parte dos tripulantes e passageiros que viram o objeto ao lado do vôo VP169. Uma passageira chamada Silézia Del Rosso, contou posteriormente que o objeto "brilhava como uma lâmpada de mercúrio, de iluminação pública". Disse ainda: "Fiquei empolgada e todos os passageiros procuravam inteirar-se do avistamento, disputando as janelas à esquerda do avião. Mesmo assim estavam todos calmos, como se estivessem acostumados a ver todos os dias, UFO's", contou. Outra passageira, Maria Silva Marrocos disse: "Vi um ponto de luz muito forte, que aumentava e diminuía de intensidade. Fiquei emocionadíssima". Sua amiga, Ana Lúcia Ximenes afirmou "o que vi foi uma outra lua". O passageiro Rômulo Andrade Lima contava que "o formato (do OVNI) era oval, o centro mais luminoso e as bordas mais claras. Mas não vi as tais pontas que outros passageiros falaram". Sandra Helena Vieira afirmou: "fiquei surpresa e emocionada. Vi uma luz intensa que se aproximava e se afastava. Gostaria que 'eles' entrassem em contato conosco". Por último, Francimeire Saraiva de Araújo concluiu: "era um círculo com luz flourescentes, um OVNI sem dúvida" (SIC). Em todas as entrevistas, os passageiros confirmavam que viram um objeto voador não identificado, inclusive no Jornal Nacional da Rede Globo.
Diversos religiosos voavam no Boeing da Vasp para participar da 20ª Assembléia Geral da CNBB, entre eles Dom José Teixeira, Bispo auxiliar de Fortaleza, Dom Edmilson Cruz, Bispo do Crato, Dom Pompeu Bessa, Bispo de Limoeiro do Norte e Dom Aluísio Lorscheider, Cardeal Arcebispo de Fortaleza. Curiosamente, os religiosos não quiseram sequer olhar para o que se passava do lado esquerdo do 727 da empresa paulista. Dom Aloísio chegou mesmo a dizer que "não queria saber dessas coisas" e que não havia nada ali fora, ao lado do avião. Com exceção destes religiosos, que sequer se levantaram (eles estavam do lado direito do 727), todos os demais passageiros viram e confirmaram o encontro com o OVNI para a imprensa. Jornais, rádios e televisões do país inteiro se interessaram pelo curioso incidente e durante alguns dias este tema esteve em bastante destaque nos meios de comunicação brasileiros. Em pouco tempo, no entanto, começaram as surgir os primeiros céticos e detratores do encontro com o OVNI. Para eles, o comandante estava enganado, o objeto era o planeta Vênus, todos haviam confundido um simples reflexo com um objeto voador e outras teorias neste sentido. O comandante Britto, todavia, jamais negou nada do que disse e, para ele, o vôo 169 foi seguido por um OVNI. Ele disse para a Revista UFO nº 68 que "Quando mentalizava alguma forma de contato, o UFO aproximava-se e até passava à frente do 727 sem, no entanto, colocar em risco a segurança do vôo". Sua experiência era inquestionável: com 19 anos de profissão, iniciada no Lóide Aéreo Brasileiro, havia pilotado aeronaves C-46, DC-3, DC-4 e Viscount, até ser promovido em 1972 ao comando de aeronaves Boeing, entre eles o modelo 727. Desde o fato, não mais voou sem levar consigo uma máquina fotográfica!
O caso logo tornou-se público, especialmente por causa de uma das passageiras do 727. Assim que desembarcou em São Paulo, nas primeiras horas da manhã, passou a contar o que havia acontecido para todos que encontrava e sua história logo chegou ao repórter Amorim Filho, da Rádio Bandeirantes AM, que a ouviu juntamente com outros que estavam no vôo VP169 da Vasp, confirmando os fatos. Seu "furo" de reportagem foi alastrou-se imediatamente para outras rádios e jornais e, em pouco tempo, a Vasp teve seu Departamento de Imprensa literalmente invadido por equipes de reportagem de todos os meios de comunicação. A empresa e seu departamento especializado em contatos com a Imprensa, organizou às 10h00 da manhã daquela segunda-feira, 08 de fevereiro de 1982, uma entrevista coletiva que se estendeu até às 15h00. Após, o comandante Britto foi para o Rio de Janeiro, onde morava, mas teve de enfrentar outra maratona de entrevistas até a noite, terminando com uma participação no programa "Globo Revista".
As manchetes começaram a se tornar cada vez mais sensacionalistas: o jornal O Dia do Rio de Janeiro foi o primeiro a dar cores exageradas, com uma chamada que dizia "Disco Voador persegue avião da Vasp". O jornal A Luta, também do Rio, foi ainda mais longe e estampou em sua primeira página: "Disco Voador ataca avião da Vasp". Todos deram muito destaque aos religiosos que mantiveram-se impassíveis e se negaram a ver ou reconhecer que algo estranho viajava ao lado do avião da Vasp.
Quatro anos após esse incidente, em maio de 1986, vários OVNI's surgiram no céu do Brasil e foram seguidas e detectadas no radar do CINDACTA e de vários caças Mirage III e F-5, enviados para tentar interceptá-los, de tal forma que não foi mais possível negar que havia algo mais do que aviões nos céus do Brasil. O então Ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Octávio Moreira Lima, se propôs a contar tudo que sabia sobre estes fenômenos no Brasil, mas nunca mais disse qualquer coisa sobre o assunto. De qualquer maneira, o caso do vôo VP169 é considerado uma ocorrência séria e de credibilidade. Uma pesquisa recente realizada pelo Grupo de Estudos Ufológicos da Baixada Santista (GEUBS), verificou entre os pesquisadores dedicados à Ufologia no Brasil, sua opinião sobre o grau de credibilidade de alguns dos mais famosos casos da Ufologia e o episódio do Vôo 169 da Vasp obteve nota 9,00, sendo considerado o terceiro caso de maior credibilidade entre os ocorridos no país.
Dois outros episódios curiosos com o Boeing 727 serão contados pelo 727 Datacenter em nossos futuros especiais. Um deles é o de um 727 da National Airlines na região de Fort Lauderdale e Miami, que desapareceu dos radares por vários minutos nos anos 70, reaparecendo quando as equipes de buscas já estavam sendo acionadas, pousando com os relógios da aeronave, da tripulação e dos passageiros atrasados 10 minutos em relação ao tempo oficial da Flórida, sem que ninguém se lembrasse de nada anormal, nem mesmo os pilotos. Este caso foi documentado, inclusive, pelo FBI. O outro, em 31 de julho de 1995, envolveu outro OVNI "perseguindo" um Boeing 727, desta vez na Argentina. A aeronave da empresa Aerolineas Argentinas, prefixo LV-MIN, realizava o vôo 674 e o encontro teria se dado entre às 20h00 e 21h00 locais, sendo também bastante documentado, até mesmo pelas autoridades da Força Aérea daquele país.
do site
O mistério de Roswell
Estamos nos primeiros dias do mês de Julho de 1947, em Roswell, Novo México. Segundo várias testemunhas, têm sido avistadas luzes estranhas a percorrer os céus desta zona à noite. Um exemplo destes testemunhos passa-se a 2 de Julho. O sr. Wilmot está na varanda de sua casa em 105 South Penn, por volta das 10 horas da noite, quando avista um objecto grande e luminoso a atravessar o céu, vindo de Sudeste para Noroeste. Assim que o vê, chama a sua mulher que está dentro de casa e os dois correm para o pátio para melhor o observarem. É um objecto com forma oval, deslocando-se a cerca de 400-500 milhas por hora. Ao fim de um minuto desaparece por trás de umas árvores. A sra. Wilmot afirma que, ao passar, o objecto fazia um estranho barulho parecido ao do ar a deslocar-se quando fechamos uma porta, apesar do seu marido não ter reparado que o objecto fizesse qualquer ruído.
Dois dias depois, a 4 de Julho de 1947, duas freiras, a madre superior Mary Bernadette e a irmã Capistrano, olham de uma janela do terceiro andar do St. Mary's Hospital já durante a noite, quando vêm de repente uma luz muito ao longe que parece ser uma aeronave a despenhar-se no solo, uma vez que a vêm a dirigir-se para baixo, apontando isto no seu livro de registos. Ao mesmo tempo, num rancho de Roswell, o rancheiro Mac Brazel ouve o que parece ser uma explosão, mais forte que o barulho de um trovão, sem ligar muito ao acontecimento, uma vez que uma violenta tempestade está a atravessar a região naquele preciso momento.
No dia seguinte, de manhã, Brazel anda a cavalo pelo rancho para ver os estragos provocados pela tempestade e para acompanhar o gado pelos campos, quando chega a um campo onde encontra os destroços de algo, espalhados ao longo de várias centenas de metros quadrados. O material que ali se encontra é tanto que o seu gado tem dificuldade em atravessar a zona para ir beber água ao outro lado. No regresso, Brazel decide trazer pedaços do estranho material para casa no seu bolso. Dias depois, vai até à cidade e mostra os pedaços ao Sherife Wilcox, para ver se ele é capaz de os identificar. Vendo que o material também lhe é desconhecido, o sherife decide contactar a pista aérea militar de Roswell, falando com o Major Jesse Marcel sobre o assunto. Assim que fica a par da história de Brazel, ele e o Capitão Cavitt vão até ao rancho acompanhados por Mac, chegando perto do pôr do sol, tarde demais para verem alguma coisa. Decidem ficar numa casa velha do rancho durante a noite e na manhã seguinte dirigem-se para o campo dos destroços. Depois de o verem, enchem o seu veículo com pedaços e voltam para a base. No caminho, Marcel decide passar por casa e acordar a sua mulher e o seu filho de 11 anos Jesse Jr., examinando com eles os pedaços de destroços que trouxe consigo. A família chega à conclusão que eles podem ser agrupados em 3 tipos diferentes: pequenos pedaços com escritos hieroglíficos, um material muito fino que não se consegue nem queimar, nem torcer, nem furar (os furos desaparecem sempre ao fim de uns segundos), e um material que se assemelha muito a plástico (que em 1947 ainda não é fabricado).roswellmarcel.jpg (5437 bytes)
Entretanto, Walt Whitmore, proprietário da estação de rádio KGFL, ouvindo falar da história, vai até ao rancho e trás Brazel para sua casa, de maneira a obter uma entrevista exclusiva. Passam a noite em casa, durante a qual Whitmore faz a gravação com Brazel. No dia seguinte, prepara-se para transmitir via rádio a entrevista, mas é impedido pela Federal Communications Commission, que o informa que assim que a transmissão vá para o ar ele "tem 24 horas para encontrar outra ocupação, poque nunca mais vai voltar ao negócio da rádio". Os militares entretanto localizam Brazel e levam-no para a base aérea, na qual este é sujeito a intensos interrogatórios ao longo dos dias seguintes. Assim que volta da base, o rancheiro altera a sua história e nunca mais se volta a pronunciar sobre o caso.
Quando Brazel volta ao rancho, todos os destroços já foram levados pelos militares para a base aérea, sendo depois levado em cerca de 10-12 aviões para o Wright Field em Dayton, Ohio (hoje em dia conhecido como a base da força aérea de Wright-Patterson). Sob as ordens do comandante da base Colonel Blanchard, o responsável pelas relações públicas, Walter Haut, escreve um artigo para distribuição nos media locais a dizer que a base aérea militar de Roswell tinha capturado um disco voador. Esta notícia aparece no Roswell Daily Record de 8 de Julho e também em jornais mais importantes a Este de Chicago. Na base aérea há uma grande agitação, sendo a segurança rigorosamente apertada nos dias seguintes.
roswelldraw.jpg (13519 bytes) Voltemos no entanto a uns dias antes do dia 8. A 5 de Julho, Glenn Dennis, um funcionário da casa funerária Ballard em Roswell, recebe uma série de chamadas telefónicas da base aérea a fazerem-lhe perguntas sobre a constituição dos químicos usados no embalsamento de corpos e os seus efeitos. Também lhe telefonam a perguntar que caixões hermeticamente fechados para crianças tem ele em stock. Durante os dias seguintes, Dennis leva um aviador magoado num acidente de viação na cidade de Roswell até à base aérea na ambulância da agência funerária. Quando lá chegam, ele repara em pedaços de metal que estão na parte de trás de várias ambulâncias estacionadas nas traseiras do hospital da base. Já lá dentro, ele faz perguntas sobre o material e é ameaçado por um capitão com uma boina vermelha, que basicamente lhe diz "se for para a cidade espalhar rumores, os seus ossos vão ser encontrados na areia". Dennis encontra também uma enfermeira, que ele conhece bem, a sair de uma sala, tapando a sua cara e com náuseas, que lhe diz "sai daqui Dennis, antes que te metas em sarilhos". No dia seguinte, a pedido dela, os dois voltam-se a encontrar e ela explica-lhe que tinha estado numa sala a tirar notas de um exame que estava a ser efectuado aos corpos de extraterrestres, encontrados no meio de mais destroços que se encontravam a 3-5 km do local dos encontrados por Mac Brazel. A enfermeira também fez um esboço de como eram os seres: baixos, mãos com 4 dedos, ranhuras a fazer de bocas, cabeças desproporcionalmente grandes em relação ao corpo e braços pequenos. No dia seguinte, aparentemente, a enfermeira é transferida para um lugar na Europa, saindo depois uma informação de que um avião onde ela viajava se tinha despenhado, provocando a sua morte (no entanto não há registo de tal acidente). Dennis nunca revelou o nome da enfermeira uma vez que lhe prometeu não o fazer.roswellmarcel2.jpg (17957 bytes)
Voltando ao Major Jesse Marcel, este é chamado pelo General Roger Ramey, responsável pelo 8º Quartel General da Força Aérea, em Fort Worth, para lá ir e levar consigo os destroços que tinha em seu poder, uma vez que irá ser feita uma declaração à imprensa. Quando Marcel lá chega, é-lhe dito para deixar os materiais em cima de uma secretária enquanto acompanha o general a uma sala ao lado, para lhe mostrar no mapa o local preciso onde eles foram encontrados. Quando voltam da sala do mapa, Marcel já não encontra os materiais que trouxe, mas sim os destroços de um vulgar balão metereológico. Basicamente, de seguida é-lhe ordenado pelo general para "posar para as fotografias com o material" enquanto que ele responde às perguntas. Ramey declara então aos media que o que tinha sido encontrado afinal não era um balão metereológico mas sim um balão metereológico que os membros do grupo de bombas atómicas não tinham identificado.
Aparentemente a história acabaria aqui, mas vários anos depois, mais por volta dos anos 70, começam a aparecer novas testemunhas, habitantes de Roswell, que aparentemente tinham sido ameaçadas por funcionários do governo em 1947, ordenando-lhes para não comentarem com ninguém as estranhas ocorrências desse ano. Mais tarde, a 8 de Setembro de 1994, a Força Aérea dos Estados Unidos emite um relatório sobre o que aconteceu verdadeiramente em Roswell, afirmando que o que foi encontrado não foi um comum balão metereológico, mas sim um conjunto de balões e outros dispositivos aéreos que faziam parte de um projecto ultra-secreto designado de Projecto Mogul, projecto esse que se destinava a detectar sons provocados por explosões atómicas soviéticas a milhares de quilómetros de distância (projecto iniciado em 1946 segundo as afirmações, apesar de a primeira explosão nuclear soviética só ter ocorrido em 1949). Três anos mais tarde, em 1997, perto da altura em que se comemora o 50º aniversário dos estranhos acontecimentos em Roswell, o que por sua vez provoca uma grande atenção do público para este assunto, o governo americano emite uma nova explicação para o chamado "Caso Roswell", a 4ª desde o dia em que Mac Brazel encontrou no seu rancho os estranhos destroços. Segundo o relatório "The Roswell Report: Case Closed" de 1997, o que tinha sido encontrado eram afinal os restos de experiências efectuadas com bonecos que eram lançados do ar em balões... Para a maior parte do ufólogos e aficcionados do fenómeno OVNI, nenhuma das explicações dadas pelo governo americano é verdadeira, apresentando estas elementos que são altamente duvidosos e não se compreende o porquê de terem sido emitidas tantas explicações ao longo dos anos para o caso Roswell. Este é provavelmente o caso mais famoso e importante da história do fenómeno OVNI.roswellramey.jpg (9970 bytes)
Para acabar, fica aqui uma pequena curiosidade ainda relacionada com o caso Roswell. Voltando ao que se passou no escritório do General Ramey, onde também se encontra Jesse Marcel com os destroços do balão metereológico, as fotografias tiradas pela imprensa foram analizadas em anos mais recentes obtendo-se já alguns resultados supreendentes. Se observarmos a fotografia à direita, onde se encontram o General Ramey (à esquerda agachado) e o chefe de equipa Thomas Dubose (à direita), poderemos ver que Ramey tem na mão um papel com algo escrito, que está voltado para a câmara. Com as investigações mais recentes conseguiu-se ampliar o que está escrito no papel, tendo a comunidade ufóloga chegado a algumas conclusões sobre certas expressões que lá se conseguem ver: "discos", "vítimas dos destroços enviadas para.... em Fort Worth" e menções a balões metereológicos como justificação para encobrir o caso.
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